quarta-feira, 12 de outubro de 2011

O trabalho na Revolução Industrial

Antes da Revolução Industrial os artesãos dominavam todas as etapas do processo de produção de um determinado produto, eram cintes do valor, to tempo gasto e da habilidade necessária para a fabricação de cada produto, ou seja, ele sabia o valor do bem por ele produzido.
As novas máquinas movidas pela tecnologia do motor a vapor, além de acelerar o processo de produção e  reduzir custos, transformaram as relação nas fábricas. Os trabalhadores passaram por um processo de especialização de sua mão de obra, tendo responsabilidade e domínio sob uma única parte do processo industrial.
Em virtude do desemprego e outras sequelas causadas pelos cercamentos, camponeses migraram do campo para as cidades, em busca de melhores condições de vida. Uma grande massa de camponeses sem terra passou a perambular por estradas e paróquias, aterrorizando proprietários e aumentando a carga de impostos para mantê-los, já que pelas leis inglesas as paróquias eram responsáveis pelos pobres. Esses camponenses ao chegarem as cidades se deparavam com o perigo de trabalhar nas fábricas e adiquirir doenças. Tinham jornadas execessivas de trabalho, de 16 a 18 horas por dia.
O trabalhador não tinha mais ciência do valor de seu trabalho. Passou a receber um salário, para exercer determinada função, que nem sempre correspondia ao valor do que ele era capaz de produzir.
A introdução de inovações tecnológicas custou caro para os trabalhadores de modo geral, pois a tecnologia representava, a redução dos postos de trabalho e um aumento na produtividade. O trabalhadors passou a ser submetido ao regime de funcionamento da máquina e a gerência do empresário.


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